Meu sangue goteja incessante na estrada que vou
trilhando. A mancha vermelha deixada pelo caminho é prova de meu
padecimento silencioso na longa jornada da vida. Meu tímido sorriso esconde uma
dor pungente que fragiliza minha alma; meu silêncio esconde um grito de
desespero e revolta que desvaira meu espírito. É na noite fria e silenciosa da
madruga que me deixo soltar, cair a máscara, e me mostro ao espelho da
consciência como de fato sou; e como é difícil me ver.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
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