Você
que conquistou um coração alheio, não vá deixá-lo só em devaneio. Um coração
apaixonado sempre inspira permanente cuidado, precisa do alimento que vem do
afeto solidário. É isso que o faz valsar nas nuvens da paixão, que o mantém
flutuando além razão. Tenha consciência que sua presença lhe dá um ritmo novo em
suas batidas, e mais do que nunca ele sorri pra vida e esquece qualquer possível
desdita. E tudo isso explode em suspiros poéticos e em um olhar manso, de quem
se deixou enfeitiçar pela força do amor magnético. Mas se sua intenção é apenas
jogar, sem se importar com danos que isso acarretará, melhor mesmo é logo se
afastar. Pois entrar na vida de alguém só para brincar é pura covardia e um coração
não merece entrar nessa insídia. Merece sim, amor e respeito todo dia.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
sábado, 12 de outubro de 2013
As palavras...
Brinco com as palavras porque com elas guardo uma intimidade que não ouso ter com outras coisas ou pessoas. Brinco, mas não as domino. Elas, as palavras, tem os seus momentos. Ora dóceis, se deixam tocar, alisar, acompanhar. E nessa oportunidade, rara, é bem verdade, me deixo levar pelo encanto que elas proporcionam e vou juntando uma a uma, como se fosse uma deliciosa brincadeira de quebra-cabeça. Então, assim, tão intimamente ligado, elas descem até o meu íntimo e vêm lançar no campo da solidez todas as minhas alegrias, angústias, sarcasmos...Mas na maioria das vezes elas são selvagens, como cavalos criados livres no campo, sem rédeas, e por mais que eu tente uma aproximação, tudo é em vão, elas não vão se deixar tocar, acariciar. Então percebo que as palavras só estarão ao meu alcance quando crio um espaço harmônico onde elas possam bailar livremente, com sorrisos infantis, prontinhas para saltitar em meus desejos.
Brinco com as palavras porque com elas guardo uma intimidade que não ouso ter com outras coisas ou pessoas. Brinco, mas não as domino. Elas, as palavras, tem os seus momentos. Ora dóceis, se deixam tocar, alisar, acompanhar. E nessa oportunidade, rara, é bem verdade, me deixo levar pelo encanto que elas proporcionam e vou juntando uma a uma, como se fosse uma deliciosa brincadeira de quebra-cabeça. Então, assim, tão intimamente ligado, elas descem até o meu íntimo e vêm lançar no campo da solidez todas as minhas alegrias, angústias, sarcasmos...Mas na maioria das vezes elas são selvagens, como cavalos criados livres no campo, sem rédeas, e por mais que eu tente uma aproximação, tudo é em vão, elas não vão se deixar tocar, acariciar. Então percebo que as palavras só estarão ao meu alcance quando crio um espaço harmônico onde elas possam bailar livremente, com sorrisos infantis, prontinhas para saltitar em meus desejos.
Em algum lugar, por essas intermináveis ruas da cidade grande, há alguém que não cansa de sonhar o amor como o sentido único da vida. Com o olhar perdido na imensidão de um céu estrelado, suspira profundo, aguardando, numa paciente espera, a vinda do amor que a tudo suplantará. Mas enquanto isso, suas noites são puros devaneios, pontuados por realidades frias e perturbadoras. Mas seu sonho é seu castelo, seu forte e enquanto há sonho, há esperança.
Entregar-se ao amor é saber que colherá o mel divino da felicidade ou saboreará o amargo sabor da desilusão; que sentirá o calor aconchegante de um verão inesquecível ou padecerá no frio perverso de um inverno solitário; que a alma flutuará além da montanha dos desejos ou tombará no profundo precipício dos amargos arrependimentos.
Ainda assim, ditoso é aquele que não se acovarda em recebê-lo de peito aberto.
Triste sim, aquele que o repele. Ficará debruçado sobre a janela, em frente a um florido jardim sem jamais conseguir apreciar o canto do rouxinol, o bailar das borboletas ou espirar o aroma das flores.
Ainda assim, ditoso é aquele que não se acovarda em recebê-lo de peito aberto.
Triste sim, aquele que o repele. Ficará debruçado sobre a janela, em frente a um florido jardim sem jamais conseguir apreciar o canto do rouxinol, o bailar das borboletas ou espirar o aroma das flores.
Deixar de viver uma oportunidade no presente, significará ter uma lembrança a menos no futuro; e a lembrança, no fim de tudo, é a única coisa boa que vai restar na velhice. Daí o grande erro que alguém pode cometer: deixar que a insegurança ou orgulho subtraia belos momentos que poderiam ser vividos no presente.
Vá! Alce voos mais altos e siga seu natural destino.
Minhas frágeis asas nunca te acompanhariam mesmo.
Aqui fico, mas não triste, pois sei que por algum motivo as coisas têm que acontecer; a desventura também é parte natural da vida.
Mas, se por uma ditosa chance, a saudade te entristecer, meus braços estarão, sempre, prontos pra te abraçar e revigorar tua alma com meu tímido calor.
Minhas frágeis asas nunca te acompanhariam mesmo.
Aqui fico, mas não triste, pois sei que por algum motivo as coisas têm que acontecer; a desventura também é parte natural da vida.
Mas, se por uma ditosa chance, a saudade te entristecer, meus braços estarão, sempre, prontos pra te abraçar e revigorar tua alma com meu tímido calor.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
O orgulho é um mal que causa estragos de grandes proporções. Estagna o aprimoramento espiritual quando te impede de rever certas atitudes; subtrai da vida momentos importantes ao lado de pessoas queridas; gera conflitos e dissabores na maioria das vezes desnecessários; faz com que certas atitudes sejam desproporcionais diante de fatos insignificantes. Enfim, o orgulho é como uma pesada pedra que quando carregamos, acaba por tornar nosso caminhar lento e sofrível, um peso desnecessário, mas que por "orgulho" carregamos.
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Marcelo Araújo
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