Entregar-se ao amor é saber que colherá o mel divino da felicidade ou saboreará o amargo sabor da desilusão; que sentirá o calor aconchegante de um verão inesquecível ou padecerá no frio perverso de um inverno solitário; que a alma flutuará além da montanha dos desejos ou tombará no profundo precipício dos amargos arrependimentos.
Ainda assim, ditoso é aquele que não se acovarda em recebê-lo de peito aberto.
Triste sim, aquele que o repele. Ficará debruçado sobre a janela, em frente a um florido jardim sem jamais conseguir apreciar o canto do rouxinol, o bailar das borboletas ou espirar o aroma das flores.
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