terça-feira, 23 de fevereiro de 2016


Ritmos da vida
Nossa vida poderia muito bem ser comparada a uma discoteca. Indiscutivelmente na maior parte do tempo iria rolar aquela balada, significando que a vida vai naquele ritmo, nem lento demais, nem rápido demais; na tranquilidade. Em outros momentos iria rolar aquele rock pra dizer que a vida vai de vento em popa; pura aventura. Em outro momento o som seria de puro romantismo, momento que nosso coração estaria amando; só flores. Mas em outro momento o som seria desagradável, desarmônico, verdadeiro ruído aos ouvidos, o momento que a vida estaria atribulada; tempestade em nossa navegação. Infelizmente em algum momento a música tocada seria aquela mais temida por todos, uma canção fúnebre, momento que perdemos um ente tão querido; nuvens negras em nosso jardim.

Enfim, seja qual for a música tocada na discoteca da vida, haveremos de dançar conforme a música, isto significa dizer que devemos aprender com as situações que nos são impostas pelo destino, não adianta querer pular e rebolar quando a música está em outro ritmo. Estar fora do ritmo vai representar descontrole nos atos, bagunça na consciência.

E a vida foi, é e sempre será assim, com momentos para sorrir e outros para chorar. Se rolar aquela balada, aquela música agitadamente gostosa ou aquela música romântica, aproveite e dance bastante, porque não sabemos qual será a próxima música a rolar nessa discoteca chamada vida. Mas seja qual for, nem uma música é boa ou triste demais que dure para sempre; os ritmos da vida mudam.

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